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15 DE JANEIRO DE 2019
nº 657

Em 2016, no âmbito do escritório, um grupo de mulheres organizou-se a partir do seguinte questionamento: "há diferenças de gênero no tratamento recebido pelos profissionais no ambiente de trabalho?"

A partir dessas inquietações e de posteriores investigações, formou-se o CMM, Comitê Manesco Mulher. O Comitê contava com integrantes de todas as áreas do escritório e de todas as filiais.

No final de 2018, a iniciativa concretizou-se como um Comitê permanente, com ações voltadas à equidade de gênero e ao empoderamento feminino. A permanência do Comitê é fruto da relevância das discussões e dos resultados alcançados.

Uma recente conquista foi a adesão do escritório ao ERA Pledge (Equal Representation in Arbitration / Igualdade de Representação em Arbitragem). O compromisso, estabelecido por membros da comunidade de arbitragem em 2015, visa aumentar, em igualdade de oportunidades, o número de mulheres nomeadas como árbitros a fim de alcançar uma representação justa, com objetivo de paridade total.

Outros resultado importante, como destacado na semana passada, foi a adesão ao WEP (Women's Empowerment Principles / Princípios de Empoderamento das Mulheres), iniciativa da ONU com considerações para promover a igualdade de gênero expandindo oportunidades comerciais do negócio.

O grupo também discutiu e implementou uma série de outras políticas. Por exemplo: apoio às mulheres no contexto da amamentação e aleitamento; aprimoramento das licenças maternidade e paternidade; flexibilização de horários.

Para 2019, o Comitê tem novos projetos. A cada novo passo dado, confirmamos nosso compromisso com a equidade de gênero no ambiente de trabalho.


Reunião do CMM em dez.2018. Da esq. para dir.: Kelly Ribeiro Félix de Souza, Maís Moreno, Fernanda Esbizaro Rodrigues Rudnik, Marina Fontão Zago, Mariana Magalhães Avelar e Silvia de Souza

 

Notas


Rádio USP

Na última semana, o advogado e professor da USP Marcos Augusto Perez deu entrevista para a jornalista Sandra Capomaccio na Rádio USP. O tema foi as privatizações que devem ser encaminhadas nos próximos anos.

Atualmente o Brasil possui mais de 130 empresas estatais federais. Somando as empresas que pertencem a Estados e municípios, o número passa de 400. Mas, afinal, o Brasil tem realmente um grande número de estatais? Privatizar é bom ou ruim para o país e sua economia?

Segundo Perez, já foi mais normal um grande número de estatais no mundo todo. Nos últimos anos, houve uma série de movimentos de privatização em diferentes regiões e com diferentes intensidades. No Brasil, nos últimos 30 anos, nos acostumamos com um modo específico de participação do Estado no domínio econômico, que deve ser alterado pelo próximo governo.

 

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